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Maragogi

13 fev

No último dia de Alagoas, percorremos a distância mais longa, e para isso reservamos um dia inteiro, fomos a Maragogi, uma praia paradisíaca, com algumas piscinas naturais deslumbrantes, um Caribe brasileiro.

Maragogi fica mais longe de Maceió, onde era a nossa base, e só vale a pena ir se a maré estiver bem baixa na hora em que estiver lá, porque senão as piscinas naturais somem e as lanchas e barcos são proibidos de chegar até lá. Aliás, Alagoas inteira é meio que nesse esquema, quanto mais baixa a maré mais bonita a praia fica.

Chegamos lá e foi meio apavorante, algumas motos, literalmente, nos perseguiram para vender o passeio de barco, ficamos com medo, até perceber que aquilo é prática comum do local, então fica a dica.

Estacionamos na praia e como chegamos bem em cima do horário do pico da maré baixa demos preferência em pegar uma lancha e ir mais rápido até as piscinas naturais, o que para mim percebi um tempinho depois não foi boa alternativa, já que a bendita bate muito no mar e acabou com minha coluna.

Antes de chegar nas piscina o piloto (?) parou em um banco de areia formado pela maré baixa bem no meio do mar, achei incrível ter uma praia rodeada por água de todos os lados. Fiz um vídeo para vocês:

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Simplesmente fiquei encantada com a praia e não queria sair dali, nadar com peixinhos? Que nada, queria mesmo era tomar sol bem no meio do mar. Mas… Fomos em rumo as piscinas naturais e seus muitos corais enquanto ainda dava tempo.

foto 4Os corais são enormes e impressionam

Chegando lá achei bonito, a maré já tinha subido um pouco então os corais não estavam expostos, mas alugamos um snorkel e deu para ver tudo muito bem, a água, apesar de bem remexida pela quantidade de gente, estava com uma boa visibilidade. Mas confesso que tive uma decepção.

Todo mundo falava tanto de Maragogi, tão bem, mas confesso que preferi a vizinha Porto de Galinhas/PE, a diferença, vi pouquíssimos peixinhos, eles realmente só vinham quando os guias davam pães ou biscoitos aos bichinhos, não eram inúmeros e espontâneos como nas vezes em que mergulhei em Porto. Em Maragogi, em meio aos corais, o que vi mesmo foram inúmeros ouriços, e alguns poucos peixes.

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Fora isso Maragogi não tinha mais nada. Será que não achei direito?? Porto de Galinhas era muito mais aconchegante. Ficamos um pouco na barraca sob o sol e logo decidimos voltar para Maceió e almoçar por lá mesmo. Acho que dei azar né?

Visitei um restaurante bacanérrimo chamado Divina Gula.

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Comida boa, carne de primeira e acompanhamentos TOP (pedimos picanha argentina e pão de alho), o lugar é muito agradável, tem um jardim nos fundos, com alguns animais, uma delícia almoçar ali e passar o fim de tarde. Se estiver em Maceió vale a pena a visita.

No último post sobre Maceió esqueci de contar que pela noite jantamos na Pizzaria Armazém Guimarães, que foi eleita a melhor da cidade, dos mesmos donos do Maria Antonieta, e ao lado dele, que falei aqui. Achei muito legal, bem família, e um galpão enorme, com um excelente atendimento e pizza rapidinha.

Acabou o passeio, que pena, queria morar em Maceió… Agora é esperar a próxima trip!!

Love.

Bru

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Alagoas: Litoral Sul

11 fev

Buscando indicações de Maceió e arredores antes de viajar tivemos a indicação de ir a Praia do Gunga para andar de quadriciclo pelas falésias. Olhando pela internet a praia parecia mesmo encantadora, com um rio por perto. Eu amei pela paisagem, o marido amou pela aventura de guiar o quadriciclo.

E lá fomos nós no nosso quinto dia de viagem para a Praia do gunga, que fica há 20 minutos de Maceió com estradas muito boas e bem sinalizadas. Antes de chegar à praia tem um mirante, de onde já podemos observar a maravilha que nos espera.

Descendo, achamos um estacionamento enorme e bem organizado, por R$10,00, mil barraquinhas de artesanato e coisinhas de praia, e muitas outras de comidas locais. Praia cheia, bem organizada e com muito agito, bem típico das praias do sul, pelo que pude perceber.

Logo procuramos o local para alugar os quadricíclos, bem novinhos, pagamos o valor de R$90,00 para duas pessoas por 1 hora, com um guia que vai em um outro. É caro sim, mas achei que a experiência compensou.

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O guia nos levou até as falésias, onde temos uma vista linda do mar, e que já foi locação para diversos filmes, o lugar é realmente muito bonito.foto 3-8 foto 2-7Olha a panorâmica que fiz do lugar ❤

Em seguida paramos no lugar onde o rio desemboca, água transparente e deliciosa para um mergulho, e para quem gosta ainda tem uma lama “medicinal” que o povo estava se lambrecando lá, rs.

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Achei lindo e o passeio super divertido, dirigir um quadriciclo é bem bacana, principalmente com velocidade!

Voltamos do passeio e fomos em rumo à outro paraíso, a praia de Barra de São Miguel, mais precisamente paramos na barraca Praêro, vimos a bendita em fotos no desembarque do aeroporto, sabe aquelas barracas de praia branquinhas na beirada da àgua, era assim, eu dona encrenca quis ir conferir de perto o lugar e passar lá o dia do meu aniver, só curtindo o dolce far niente!

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Chegando lá caiu um temporal, e nem deu tempo de tirar fotos do lugar, por isso peguei essas pelo facebook deles. Almoçamos para esperar a chuva passar, e a comida não foi muito legal, o escondidinho deles é bem diferente, parece que leva tapioca e leite de coco, não gostei, o marido pediu um de carne seca e disse que tava melhor, mas sei lá, a única coisa que curti foi um caldinho de feijão e a mandioquinha frita.

A praia é linda, mas a dica é se programar para ir perto da maré baixar, ela vai descendo e os arrecifes aparecendo, um fenômeno lindo de ser visto enquanto você aproveita o sol. E quando está bem baixinho os peixes aparecem ali a olho nú.

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No começo não tinha gostado da praia e nem achado nada demais, mas quanto mais a maré baixava, mais apaixonada ficava pelo lugar. Água cristalina e quentinha me fizeram passar o meu dia submersa, só agradecendo a Deus por tudo, voltei para casa com a sensação de alma lavada e recomeço.

– Foi o melhor aniversário da minha vida. –

Tips Goiânia

28 out

E aí que a pessoa desmemoriada acaba de descobrir que não postou o segundo dia da viagem a Goiânia para o concurso…

Então vamos lá, atrasado 2 meses mas está valendo as ótimas dicas!!

O segundo dia em Goiânia teve tensão pré prova, prova e muito nervoso, mas teve muita coisa bacana também!
Para o almoço fomos ao hambúrguer mais famoso e premiado o Komiketo e pronto, guarrei amor por GYM…

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Foi o hambúrguer mais maravilhoso que comi no mundo! Poderia ter aqui no Rio, eu seria super feliz.
Para completar a gordice, depois da prova enfiei o pé na jaca para afogar as magoas… Fomos ao Japa mais chiquetoso, premiado e diferente que já fui! E também o que ganhou como o the best of de Goianinha linda, Hakone.

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É realmente super bacana, mas confesso que fora os gonkas que são divinos – mel côn. Gengibre, milho, salmão… Yumi – nada mais me encantou e super prefiro o Manekineko!
Depois ainda passeamos pelo Setor Marista, cheio de barzinhos e restaurantes bacanas, gente bonita e animada. Super Cool
Até que a minha passagem por Goiânia foi bem bacana, conheci coisas bem legais e deu uma vontadeeee de voltar! Se passarem por lá vão gostar!
E pra quem perguntou, o clima lá estava ótimo, apesar de Agosto ser um péssimo mês para a umidade do ar, até choveu. Não sofri nada!
Mas não dá para bobear e esquecer o soro fisiológico, Agua termal e balm para os lábios, itens essenciais!

Love
Bru

Por aí em Belém

10 out

O tempo esta voando e eu cada dia mais esquecida, como não contei para vocês da minha aventura por Belém/PA??? Vamos lá então.

Fui para Belém fazer uma prova, mais uma prova, e sem muito destino de o que visitaria, só tinha certeza de uma coisa, queria ir comer no restaurante Remanso do Bosque, eleito o melhor restaurante de Belém e o 38o na América Latina pela premiação The World’s 50 Best Restaurants, promovido pela revista inglesa Restaurant em parceria com a empresa San Pellegrino.

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Sucesso da família Castanho, dirigido pelos irmãos Thiago e Felipe (que estavam no restaurante e passando de mesa em mesa para receber seus clientes), eles saíram da comum e diferente comida paraense com receitas de sabores amazônicos menos óbvias. É o caso da pancetta de porco assado servida com molho de rapadura e ladeada por batata ao alecrim, couve e pirão de leite, e do suculento filé de filhote.

Começamos pelo suco de bacuri, uma frutinha local, extremamente azeda, mas super saborosa, com a entrada de bolinha de queijo coalho com tapioca e molho de melaço, simplesmente irresistível!!!!

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 Escolhemos a segunda opção, o Filhote Grelhado, ele chega à mesa guarnecido de mandioca na manteiga  e salada de feijão-manteiguinha, que tinha um ingrediente, que não me lembro agora o que era claro!, que fazia a língua adormecer… Gente uma delícia, apesar de ser peixe de rio, que nem eu e nem o marido gostamos muito, esse é saborosíssimo, fiquei morrendo de vontade de voltar no restaurante só por ele!\

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De sobremesa pedimos um bolinho de tapioca, acompanhado de doce de leite e sorvete de creme, inesperadamente deliciosa (concretizando a minha nova paixão por tapioca.

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Fechou com chave de ouro.

Saindo de lá fomos conhecer as Docas, que é extremamente bonita, e quente,  vale muito a pena a visita, na beira do rio e do mercado ver o peso, cheio de gastronomia e cultura, bem legal.

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E foi lá que descobri que Belém é rico em ouro e tudo custa muito muito mais barato que aqui no Sudeste, por isso demos um pulinho no Mercado Produtor, onde várias lojas de pedras preciosas e ouro estão reunidas, e ainda artesanato. Era um antigo presídio que após uma rebelião foi fechado, reformado e agora abriga cultura.

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O lugar é lindo para passear, conhecer e passar o fim de tarde, muito tranquilo e se você procura por uma pedra preciosa ou peça em ouro vale muito a pena a visita. Compensa mesmooooo o preço!!!

O outro dia foi aquela correria de sempre, prova, almoço em shopping (os 2 que conheci são bem bacanas viu?!) nada demais!

Quem for a Belém vale a passada nesses pontos.

Love.

Bru

Ai gente não sei por que as fotos estão pequenininhas, mas não consegui aumentar de jeito nenhum... Desculpaê!

Buenos Aires: Dia 2

20 maio

Em Buenos assim que acordamos no dia 2 congelamos! Fez cerca de 8 graus, mas ventava muito e a sensação térmica era muito menor, justo no dia que resolvemos fazer o dia de passeios ao ar livre, mas enfim, acordamos cedo e fomos!

Começamos pelo Parque 3 Febrero e seu Rosedal lindo, muitas e muitas mudas de flores que estavam começando a brotar, lindíssimas e com muita carinha de europeu! O parque é bem grande e como não tinhamos muito tempo ficamos somente no Rosedal, mas tem pedalinho, lugar para picnic, para correr, uma delícia para passar aqueles dias ao ar livre. Vale a pena conhecer com calma.

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Saindo de lá fomos para o Jardim Japonês, lugar mais que badalado e conhecido por fotos, mas que das outras vezes não tive tempo para visitar. É bem em frente ao Rosedal, então fomos a pé, aliás esse dia os roteiros foram feitos a pé mesmo, porque Palermo/Recoleta é uma bairro delicioso e lindo de andar, e porque as distâncias eram curtas.

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Gostei do Jardim, apesar de achar bem pequeno, mas também acho que se estivesse com mais tempo livre teria aproveitado mais! Aproveitei que lá tinha Melona, o melhor picolé do mundo apresentado a mim por Larissa, e mesmo com todo o frio do mundo que fazia não resisti ao bendito!

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O que mais me impressionou nos dois jardins? Tudo muito bem cuidado, limpo, arborizado, organizado, achei isso bacana, mesmo no Rosedal onde não cobram entrada, inclusive banheiros limpíssimos.

Dizem que o restaurante japonês do jardim japonês, em frente ao lago das carpas é ótimo, mas ainda estávamos longe do almoço e não deu para provar, eu bem que queria.

Mais para frente um pouco está o Planetário, lindo com suas luzes, queria ter voltado pela noite, mas não rolou, também não entramos.

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A próxima parada foi o Malba – Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires, quem me conhece bem sabe que não sou muito fã de pinturas, e nem gosto de museus (ai gente juro que já tentei ser mais culta nessa área), mas quando cheguei fiquei animada, uma das minhas artistas preferidas estava em exposição com suas obras de artes, Adriana Varejão, uma carioca muito expressiva, além dela havia pinturas de Tarsila do Amaral e Botero, super curti esse museu, além de que ele é lindo por dentro.

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Logo alí perto, passando por muitas embaixadas, fomos ver a tão famosa Floralis Generica a flor que foi um presente do arquiteto argentino Eduardo Catalano e fica na Plaza de Las Naciones Unidas, antigamente ela abria e fechava as suas pétalas dependendo da hora do dia, mas estragou, pelo menos estragou aberta, e não consertaram ainda. Mesmo assim ela continua linda!

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Do lado dela, como éramos 4 advogadas na trip estava a Faculdade de Direito e ficamos lá babando naquele prédio lindo!

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A essa altura já estávamos famintas e o restaurante escolhido foi o La Cabrera em Palermo (tivemos que ir e voltar de taxi, já que ele é lá perto do Rosedal), e a escolha foi perfeita. Tradicional parrilha argentina, com mil complementinhos juntos, pastinhas e purês super deliciosos e uma decoração fofa!

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As deliciosas comidas….

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A carne um caso de amor… Divina.

Continuando a nossa caminhada fomos ao Cemitério da Recoleta que é lindo. Muitas esculturas vindas diretamente da Itália, já que lá estão “enterradas” as famílias mais ricas de Buenos Aires, enterradas entre aspas porque lá eles não enterram os caixões, eles ficam em uma sala trancada, suspensos mesmo, mini capelas, com exceção de Evita, que está no túmulo de sua família, mas enterrada porque ficaram com medo de roubarem o corpo.

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Um cemitério como ponto turístico é estranho, mas ele é bem bonito, vive lotado e tem até visita guiada. Vale ir uma vez para conhecer.

Bem em frente tem os queridíssimos Freddo e Havana, vale um café por ali antes da passada no Museu de Belas Artes, que não amei não (kkkk).

Eita dia comprido…. Pegamos um taxi e bora para a Avenida Santa Fé, lugar das lojas, onde os argentinos fazem compras, e a primeiríssima parada foi na Livraria El Ateneo Grand Splendid, que tem outras espalhadas pela cidade, mas essa é extremamente especial. 

Era um teatro que virou cinema, um cinema que virou livraria e virou atração turística. Com toda razão, é linda e enorme! O café fica bem em cima do palco, e todos os demais andares repletos de livros. Os camarotes viraram salas de leituras, e confesso que ficaria alí uma tarde inteira lendo alguns clássicos.

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Saindo de lá vale muito a caminhada que fizemos pela avenida que é enorme, para conhecer as marcas nacionais e com preços melhores, mas ainda não vantajosos!

E a noite o que nos esperava era uma baladjénha! Estava doida para conhecer a noite argentina, e mesmo com todo cansaço do mundo ainda tivemos que enfrentar um desafio. Desafio? Sim, escolhemos ir a um bar secreto que só vai quem sabe chegar, não tem placa, não tem letreiro, não tem nada identificando, olhando de fora parece mesmo uma casa como a da vizinhança.

Para a entrada tem que ter um password, que você adquire desvendando uma charada, através das pistas que eles deixam pelo facebook ou twitter, nada muito difícil mas deu um certo trabalho, chegando lá se estiver correto eles te dão uma senha numérica que você digita no orelhão da porta e pronto, as portas se abrem.

Chegando ao Frank’s Bar de cara percebo que o esforço compensou, o bar é lindo, e mesmo ainda vazio o clima é aconchegante e envolvente. De repente começa a encher de pessoas super descoladas, jovens e bonitas, observando ao redor vejo de tudo, first date, aniversário, grupo de amigos, grupo de amigas (como nós)uma mistura deliciosa.

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Tudo isso acompanhado por garçonetes de minisaias e muito bem informadas para sugerir de forma certeira comidinhas e drinks, como fizeram na nossa mesa.

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Amei o bar e voltaria muitas e muitas outras vezes!

Assim acabou mais um dia, cansadas mas felizes =) Fechamos com chave de ouro.

Love.

Bru

Buenos Aires: Dia 1

16 maio

Gente o Blog fala diretamente daqui de Buenos Aires – Argentina, eu e mais 3 amigas viemos distrair um pouco dos concursos da vida e matar as saudades dos nossos dias de cursinho, como se precisasse de algum motivo para viajar, né?

E o dia 1 foi bastante agitado. Chegamos, deixamos as coisas no hotel e fomos direto almoçar no Cabaña Villegas, em Puerto Madero, super bem recomendado, não tão turistico como o Cabaña de Las Lilas, que tinha ido anteriormente e amei, resolvemos experimentar. Chegamos e o local estava vazio, só uma mesa ocupada, mas já era tarde, as 16h, aqui eles almoçam muito cedo e os restaurantes normalmente fecham depois das 15h, tudo normal então né?

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No começo o atendimento não foi nada legal, os garçons estavam meio de mau humor, mas depois de um tempo foram melhorando. Pedidos os pratos, na hora de escolher as bebidas percebemos que a garrafa de vinho era mais em conta que a água e claro não perdemos a oportunidade para ir direto para o autêntico vinho argentino.

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A pedida foi certeira estavam deliciosos, tanto o prato como o vinho, divinos! As meninas pediram bife de lomo com molho de espinafre e batatas e eu pedi ojo de bife recheado com presunto, queijo, pimentão e bacon, e juro estava um melhor que o outro.

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Saímos de lá e fomos caminhando até a Galeria Pacífico, e pelo caminho passamos pela Ponte da Mujer, Casa Rosada, Banco de La Nación, Catedral…. Tudo lindo, tiramos muitas fotos, esse é um roteiro super curto, que dá para fazer a pé e eu indico!! O centro histórico de Buenos Aires é realmente lindo. Nunca tinha visto a casa rosada com essa iluminação rosa pink e confesso que de noite ela está muito mais linda! Vale a pena dar uma passada por lá.

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Ponte de La MujerDSC_0037

Banco de La Nación

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Av. 9 de julho super movimentada e o Obelisco ao fundo

Já a Galeria Pacífico continua a mesma com seu teto encantador e preços muito mais salgados do que antigamente (sorry gente a bateria da maquina acabou e fiquei sem fotos de lá, mas prometo que quando chegar em casa eu coloco uma da máquina das meninas!). É gente a inflação pegou de vez a cidade e os preços por aqui não estão nada hermanos para as compritchas… Mas para comer  continua muito vantajoso.

Voltamos para o hotel exaustas e nada mais de andanças, afinal o dia seguinte ia ser longo!!! Bora todo mundo para a cama cedo!

Love.

Bru

Cabaña Villegas: Puerto Madero, 1050, Buenos Aires – Argentina.

Curitiba

4 mar

Olá meninas, quanto tempo né? Juro que pensei em vocês e aqui no Blog cada dia afastada, mas eu precisava muito deste tempo para os meus estudos, vai valer a pena daqui uns dias.

Para recompensar vou contar tudinho sobre a nossa viagem a Curitiba para a prova claro, mas nem por isso deixou de ter uma diversãozinha, afinal viajar com amiga é sempre super fun!!!

Eu não conhecia Curitiba, mas sempre quis passear por lá, viajei com a Larissa, minha companheira de concursos e estudos, que já foi para a cidade algumas vezes, então sabia exatamente o que me apresentar, foi ótimo!

O aeroporto é um pouco longe, por isso aí vai a primeira dica, um bus que leva até a cidade, super em conta R$10,00 (aeroporto executivo).

Chegamos na cidade e já fomos correndo para a segunda dica, um bus de turismo que passa por todos os pontos mais legais, você tem direito a 4 descidas, e consegue rodar com ele o dia inteiro, ele sai do Marco 0 da cidade, e custa R$27,00, super valeu a pena, mas ele atrasa um pouco para passar nos pontos.

O primeiro deles foi o cartão postal, o Jardim Botânico, que realmente é lindo, vale muito o passeio… Tive vontade de ficar por lá, dar uma corridinha e depois um picnic jogando conversa fora.

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A estufa é muito linda por dentro, apaixonante.

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Gente, juro que fiquei impressionada, tudo super arborizado, bem cuidado, limpooooo! Segundo o motorista do transfer Curitiba é a cidade mais arborizada do Brasil, que tem mais vegetação por habitante, garantindo assim um ótima qualidade de vida para seus cidadãos, e isso você logo percebe!

DSC_0044Companhia mara de viagem!!!

Aproveitei que estava lá e tirei umas fotinhas da minha roupa, que já até apareceu aqui no Blog em partes, a blusa é uma das minhas preferidas atualmente, e para o mega calor que estava fazendo nesse dia caiu super bem, já o short é a minha mais nova paixão!!!

DSC_0033 DSC_0034O short é da Farm, fofo e veste super bem!

Como o post está gigante vou deixar os passeios seguintes para um outro, senão vocês não me aguentam não é mesmo?! hihihih….

Thanks Lari pelas fotos perfeitas, boa essa minha fotógrafa não é?! rs.